<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Continuidade De Serviço on Defesa em profundidade</title><link>https://www.defesa-em-profundidade.net/topicos/continuidade-de-servi%C3%A7o/</link><description>Recent content in Continuidade De Serviço on Defesa em profundidade</description><generator>Hugo</generator><language>pt-pt</language><copyright>CC BY-NC 4.0</copyright><lastBuildDate>Mon, 21 Feb 2022 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://www.defesa-em-profundidade.net/topicos/continuidade-de-servi%C3%A7o/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>O incidente Vodafone Portugal: a realidade não perdoa</title><link>https://www.defesa-em-profundidade.net/pubs/2022/02/incidente-vodafone/</link><pubDate>Mon, 21 Feb 2022 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://www.defesa-em-profundidade.net/pubs/2022/02/incidente-vodafone/</guid><description>&lt;p>&lt;strong>&lt;code>#!/intro&lt;/code>&lt;/strong>&lt;/p>
&lt;p>O incidente que afetou a Vodafone Portugal em fevereiro de 2022 não deve ser tratado como mais uma indisponibilidade provocada por um ciberataque. Essa leitura é demasiado branda para a dimensão do que aconteceu. Uma operadora pode ser atacada. Uma infraestrutura complexa pode ter vulnerabilidades, erros de configuração, dívida técnica, sistemas legacy, dependências de fornecedores e zonas difíceis de defender. Nada disso é excecional. O que é difícil de aceitar é que uma organização daquela dimensão, integrada num grupo multinacional e responsável por comunicações críticas, tenha ficado com serviços nucleares indisponíveis de forma tão ampla.&lt;/p></description></item></channel></rss>